
A crise climática atinge de forma mais intensa as pessoas mais vulneráveis, impactando não apenas o orçamento, mas também a qualidade de vida. Com baixa renda, esses grupos são os que mais sofrem com os custos das mudanças climáticas, como desastres naturais, perdas na agricultura e problemas de saúde.
Um exemplo preocupante é o aumento das ondas de calor no Brasil, que estão relacionadas a mais de 48 mil mortes nas maiores metrópoles do país, principalmente entre idosos, mulheres e negros. Em Belém, a frequência desses eventos saltou de menos de um por ano nos anos 80 para onze por ano nesta década, evidenciando os impactos devastadores do clima nas comunidades mais vulneráveis.
- Produção agrícola diminui por conta da seca, aumentando os preços dos alimentos;
- Eventos climáticos extremos podem levar até 3 milhões de brasileiros à pobreza extrema;
- Chuvas fortes em Belém causam estragos, afetando empregos e a saúde dos moradores.
Apesar dos desafios, já existem soluções viáveis, como reflorestar áreas urbanas, criar alertas de calor, garantir seguro-safra e investir em energia renovável, gerando empregos verdes. A realização da COP 30 em Belém, marcada para novembro deste ano, é uma oportunidade para discutir a justiça climática, visando garantir saneamento, moradia, segurança, transporte limpo e proteção social para aqueles que mais sofrem com as mudanças no clima.
Fonte: g1.globo.com
Nosso Whatsapp
Clique aqui


