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Mães solo chefiam metade dos lares no PA: como estão mulheres que dependiam do extinto 'Bora Belém'

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Com fim do programa de transferência de renda e sem oportunidades de emprego, mulheres ouvidas pelo G1 estão entre milhões de famílias comandadas por mulheres no Pará e enfrentam dura realidade de criar filhos sozinhas. Mães solo enfrentam a escassez de oportunidades de trabalho na criação dos filhos no Pará. No Pará, metade dos lares são chefiados por mulheres. Muitas delas mães que se desdobram entre gerar renda, colocar comida na mesa e criar os filhos.

Neste Dia das Mães, o G1 conta histórias de mães solo que esperam receber neste mês de maio a última parcela do Bora Belém, programa de transferência de renda criado na pandemia para famílias de baixa renda. Uma das ex-beneficiadas pelo auxílio de R$ 450 que atendia mil famílias em Belém, Rosilene Braga Pinheiro, de 40 anos. Na casa dela, há três contas de energia elétrica em atraso. A venda de garrafões de água mineral está parada, sem dinheiro para investir. Sem energia, Rosilene, mãe de quatro filhos, vive no escuro – dentro de casa e também nas perspectivas para o futuro. Atualmente, está contando com ajuda de vizinhos. O sustento vem de diárias como faxineira ou cuidadora de crianças, que rendem entre R$ 50 e R$ 100 por serviço. No fim do mês, quando consegue trabalho, junta cerca de R$ 200 para o sustento da família.

A vida de mãe solo se repete em muitos lares paraenses. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), são cerca de um milhão de famílias chefiadas por mulheres e que exercem a função de mãe e pai no Pará. Realizado

Fonte: g1.globo.com

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